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Comentário de livro Bíblico: Juízes

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 13/07/2007.

Autor
O autor de Juízes é desconhecido. Podemos pensar que o livro já estava escrito quando Davi tomou Jerusalém. E, mesmo sem certeza, há uma grande possibilidade do autor de Juízes ser o profeta Samuel ou, pelo menos, o autor do livro teria usado alguns registros históricos feitos por Samuel, que também era escritor (1 Samuel 10.25). A crise apresentada no Apólogo de Jotão (9.7-18) é bem característica da época de Samuel, quando o povo pede um rei e ele tenta argumentar em contrário, até que o Senhor dá a ordem do que fazer (1 Samuel 8-10). Por conta disso, entendemos que o livro tem grande influência de Samuel, se é que ele não escreveu ao menos partes do mesmo. Pode, inclusive, ter escrito o livro todo.

Data do livro
O Livro de Juízes cobre o período entre a morte de Josué e a instituição da monarquia. A data real da composição do livro é desconhecida. No entanto, as evidências internas que citamos acima (Apólogo de Jotão, por exemplo) indicam que ele foi escrito durante o período inicial da monarquia, ainda no reinado de Saul, antes da morte de Samuel. Esta data tem o apoio de dois fatos:
1) As palavras “naqueles dias, não havia rei em Israel” (17.6) foram escritas num período em que Israel tinha um rei (se existe a necessidade de declarar que não havia rei antes, é porque a situação mudou);
2) A declaração de que “os jubuseus habitaram com os filhos de Benjamim em Jerusalém até ao dia de hoje” (1.21) aponta para um período anterior à conquista da cidade de Jerusalém por Davi (2 Samuel 5.6,7).

O livro
Juízes cobre um período complicado na história de Israel: cerca de 1380 a 1050 a. C. Sob a liderança de Josué, Israel conquistou e ocupou de forma geral a terra de Canaã, mas grandes áreas ainda ficaram para novas lutas e para serem conquistadas pelas tribos individualmente.
Israel praticava continuamente o que era mau aos olhos do Senhor e reto aos seus olhos (21.25). Ao servirem de forma deliberada a deuses estranhos (deuses dos povos já conquistados ou até mesmo daqueles que ainda não tinham sido conquistados), o povo de Israel quebrava a sua aliança com o Senhor. Em consequência, o Senhor não dava vitória em batalhas travadas.
No livro de Juízes, temos um movimento de queda e acerto. Cada vez que o povo clamava ao Senhor, Ele, com fidelidade à aliança firmada com o povo anteriormente, levantava um juiz a fim de prover libertação ao seu povo. Estes juizes, escolhidos e ungidos pelo Senhor, eram militares e civis. A liderança desses Juízes fazia o povo caminhar em retidão debaixo da vontade do Senhor. Mas sempre que morria um juiz, o povo voltava a praticar o que era errado. Iniciava um novo ciclo de queda espiritual, derrota nas batalhas, clamor pela intervenção divina e novamente, liderado por um juiz, conseguia vitória e passava por um período realizando a vontade do Senhor. Parecia que o povo sentia a necessidade de uma liderança na terra para continuar seguindo a vontade do Senhor. Isso parece ser o prenúncio da monarquia, que por conta da história dos juízes parece que seria uma chance do povo seguir a vontade do Senhor, mas que se mostrou infrutífera, principalmente quando o rei não buscava realizar a vontade do Senhor. Mas isso está em outros livros da Bíblia.

Esboço de Juízes
I. Introdução: Canaã após a morte de Josué 1.1-3.6
Continuidade das conquistas 1.1-26
Ainda não foi completa a conquista 1.27-36
A aliança do Senhor é quebrada 2.1-5
Introdução ao período dos juízes 2.6 –3.6
II. História de declínio espiritual e acertos com o Senhor durante o período dos juízes 3.7-16.31
Otniel 3.7-11
Eúde 3.12-30
Sangar 3.31
Débora e Baraque 4.1 - 5.31
Gideão 6.1 - 9.57
Tola 10.1-2
Jair 10.3-5
Jefté 10.6-12-7
Ibsã 12.8-10
Elom 12.11-12
Abdom 12.13-15
Sansão 13.1 - 16.31
III. Conclusão: Condições que ilustram o período dos juízes 17.1-21.25
Apostasia: A idolatria de Mica e a migração dos danitas 17.1 –18.31
Imoralidade: Atrocidade em Gibeá e a guerra benjamita 19.1-21.25

Filosofia religiosa na barbearia

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 23/06/2006.

Certa feita um homem foi ao barbeiro. Enquanto tinha seus cabelos cortados, conversava com o barbeiro, falava da vida e de Deus. Em determinado momento do papo, o barbeiro incrédulo não aguentou e falou:

- Deixa disso, meu caro, Deus não existe!

- Por que?, indagou o cliente.

- Ora, se Deus existisse não haveria tantos doentes, mendigos, pobres etc.. Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!

- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?

- Sim, Claro!, respondeu por fim o barbeiro

O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não aguentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:

- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!

- Como?, inquietou-se o barbeiro.

- Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas!

- Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vem a mim!

- Que bom. Agora você tem algo para pensar melhor sobre a existência de Deus...

Mateus 11.28 – “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei."

Comentário de livro Bíblico: Josué

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 09/07/2007.

Autoria
A autoria do Livro de Josué não pode ser determinada.
Há um forte indício que o autor seja alguém que acompanhou os dias dos acontecimentos e tenha terminado a obra após a morte de Josué (que é relatada no final do livro). Por se tratar de eventos que aconteceram em sua maioria nos dias de Josué, o livro teria recebido seu nome.
Além disso, a definição de autoria, por conta da situação no mundo antigo que o autor se torna quem começou a escrever ou quem começou a dar ensinamento em certo assunto ou história (a falta de preocupação com Direitos Autorais), torna-se mais complicada. O próprio Josué deve ter iniciado a escrituração desse livro, como vemos em 24.26.

Como no caso do Pentateuco, que é de autoria Mosaica, mesmo que Moisés não tenha escrito tudo, Josué é considerado de autoria do próprio Josué, que liderou o povo na tomada da Terra Prometida. Mesmo que tenha escrito pouco ou muito, no mundo antigo isso não importava. Ele começou esse ensinamento, foi por conta dele que tal história foi passada a diante, logo ele era o autor, mesmo sem escrever tudo.
Há eventos que, historicamente, aconteceram após a sua morte e são relatados dentro do livro, o que nos permite ter certeza que a autoria completa do livro não é dele. Além da sua própria morte (que foi descrita e não podemos acreditar que ele próprio tenha feito isso), vemos:
A vitória de Otniel (15.13-17); e
A migração para Dã (19.47).
Passagens paralelas em Juízes 1.11-15 e Juízes 18 confirmam que esses acontecimentos ocorreram após a morte de Josué.

É mais provável que o livro tenha sido composto em sua forma final por um escriba ou editor posterior, mas foi baseado em documentos escritos por Josué ou mesmo com base na tradição oral (a história contada) deixada por Josué.

Data
O Livro de Josué cobre cerca de vinte anos da história de Israel sob a liderança de Josué, assistente e sucessor de Moisés.

A data comumente aceita da morte de Josué é por volta de 1375 a. C., o que nos faz pensar que o livro engloba a história de Israel entre 1400 a. C. e 1375 a. C. e é provável que tenha tido a escrituração final pouco tempo depois. É claro que no esforço literário do tempo dos Reis Davi e Salomão algo pode ter sido acertado no livro, mas esse é (como o Deuteronômio e o Levítico) um livro que pouco deve ter sido mexido naquele esforço literário.

O Livro
O livro começa pouco antes da entrada de Israel em Canaã. Politicamente, Canaã se dividia em várias cidades-estados, cada uma com seu governo autocrático e todas hostis umas com as outras. Moralmente, as pessoas eram depravadas; a anarquia e a brutalidade eram comuns. A religião Cananéia enfatizava a fertilidade e o sexo, adoração da serpente e o sacrifício de crianças. O cenário estava estabelecido e a terra propícia para a conquista.

Em contrapartida, o povo de Israel tinha vivido em servidão aos Faraós egípcios e depois ficou perambulando no deserto por aproximadamente quarenta anos. Entretanto, embora imperfeitamente, continuavam fiéis ao único e verdadeiro Deus e se apegavam à promessa que Ele tinha feito ao antepassado deles, Abraão. Séculos antes, Deus havia prometido transformar Abraão e seus descendentes em uma grande nação e dar-lhes Canaã como pátria sob a condição de que eles continuassem fiéis e obedientes a Ele (Gênesis 12 e 17). Agora, eles estavam prestes a vivenciar o cumprimento dessa promessa.
O Livro de Josué é o sexto do Antigo Testamento e alguns estudiosos até entendem que ele faça parte do grupo que forma os cinco primeiros livros (o Pentateuco) e chama essa junção dos seis livros de Hexateuco. Muito mais porque o livro de Josué encerra o ciclo iniciado no Gênesis, quando da promessa da Terra a Abraão, com a tomada dessa Terra.
Mas, historicamente, o Pentateuco é formado pelos cinco primeiros livros (a Torá, para os Judeus – de autoria Mosaica) e Josué passa a figurar na Bíblia como o primeiro dos 12 Livros Históricos. No texto Hebraico, ele está no grupo dos livros dos Profetas Anteriores. A divisão do texto Hebraico é diferente da divisão que temos em nossa Bíblia em Português. A sequência dos livros é diferente e a organização de grupos também o é.
Esse grupo de Profetas Anteriores mostra o desenvolvimento do Reino de Deus na Terra Prometida até o cativeiro da Babilônia. Um período de cerca de novecentos anos. Josué narra o período da entrada de Israel em Canaã através da conquista, divisão e estabelecimento da Terra Prometida. E vale a pena ressaltar que 1 e 2 Crônicas foram escritos assumidamente após o Exílio (cf. 1 Crônicas 9).

Esboço de Josué
I) Preparando-se para a Conquista 1.1 – 5.15
1) Josué é sucessor de Moisés 1.1-9
2) Preparativos para a travessia do Jordão 1.10 – 2.24
3) A travessia 3.1 – 4.25
4) Acampamento em Gilgal 5.1-12
5) Deus anima Josué para a conquista da Terra 5.13-15
II) A conquista de Canaã 6.1 – 12.24
1) Jericó 6.1-27
2) Pecado de Aça – Derrota de Israel 7.1-26
3) Vitória em Ai 8.1-29
4) Altar no Monte Ebal 8.30-35
5) Os Gibeonitas 9.1-27
6) Conquista do Sul de Canaã 10.1-43
7) Revisão da conquista 11.16 – 12.24
III) Divisão da Terra 13.1 – 21.45
1) Porções Não conquistadas de Canaã 13.1-7
2) Tribos Orientais 13.8-33
3) Tribos Ocidentais 14.1 - 19.51
4) Cidades Refúgio 20.1-9
5) Cidades para Sacerdotes e Levitas 21.1-45
IV) Epílogo 22.1 – 24.33
1) Retorno das Tribos Orientais e eventos 22.1 – 23.16
2) O Discurso de Despedida de Josué 24.1-28
3) A morte de Josué 24.29-33

Livro: A busca do Caráter


A Busca do Caráter lança você numa jornada de toda a vida -- implacável procura de integridade e poder interior.

Em quarenta tocantes leituras devocionais, Swindoll chama você de volta aos valores reais da vida: honestidade, pureza, coragem, convicção, compromisso, sinceridade, determinação para amar, e uma fé profunda.

São estes valores que determinam quem você realmente é. O que é que você busca? Qual é o sonho de toda a sua vida?

Há alguma coisa que o vem dominando ao ponto de captar e manter a sua atenção ao longo dos anos? 'Se não houver uma busca', afirma Charles Swindoll neste livro, 'a vida rapidamente se reduz a uma nódoa escura, mancha descorada, ou uma dieta monótona demais para arrancar a pessoa da cama, de manhã. A busca alimenta o nosso fogo... incita-nos a prosseguir.'

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