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Quem é mais forte?

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 26/05/2006
O sol e o vento disputavam força.
O sol e o vento discutiam sobre qual dos dois era mais forte.

O vento disse:

- Provarei que sou o mais forte. Vê aquela mulher que vem lá embaixo com um lenço azul no pescoço? Aposto como posso fazer com que ela tire o lenço mais depressa do que você.
O sol aceitou a aposta e recolheu-se atrás de uma nuvem.O vento começou a soprar até quase se tornar um furacão, mas quanto mais ele soprava, mais a mulher segurava o lenço junto a si. Finalmente, o vento acalmou-se e desistiu de soprar.

Logo após, o sol saiu de trás da nuvem e sorriu bondosamente para a mulher.

Imediatamente ela esfregou o rosto e tirou o lenço do pescoço.

Então o sol disse ao vento:

- Lembre-se disso: A gentileza e a amizade são sempre mais fortes que a fúria e a força.
Eu sempre falo que, com jeitinho e palavras doces, podemos conseguir tudo. Para que gritarmos com quem está tão próximo da gente? Conquiste tudo usando o seu bom senso, seu amor e sua amizade, são atributos poderosos!

Comentário de Livro da Bíblia - Levítico

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 18/06/2007

Autoria
A tradição judaica define Moisés como o autor do Levítico. Aliás, define como livros de autoria Mosaica os 5 primeiros livros da Bíblia que, juntos, são chamados de Pentateuco. Entendemos que o texto tomou forma final muito tempo após Moisés. Assim, o que nos parece plausível é que a tradição confirma a autoria mosaica exatamente por conta de uma situação muito corriqueira no mundo antigo: a ausência de direitos autorais sobre o texto final. Normalmente, quem escrevia, ainda que fosse outra pessoa, atribuía a autoria a quem passou o ensinamento, quer por tradição oral, quer por ter deixado alguns escritos que foram ampliados depois com o auxílio da tradição oral ou pesquisa. Se havia alguém que começou a ensinar daquela forma, quem deu forma final ao texto era esquecido como autor e a autoria do texto era atribuída a quem iniciou ou a tradição oral ou a escrever, ainda que de forma muito resumida.

Por isso a autoria de Moisés não é questionada, quer por ele ter começado a contar a história, quer por ele realmente ter escrito algumas das coisas dos textos do Pentateuco, mas é claro que só muito tempo depois dele que o texto tomou forma final.

Data
A data tradicional para o êxodo do Egito está no meio do décimo quinto século a.C. Moisés, se escreveu algo, dificilmente teria escrito algo antes disso! Definimos essa data para o Êxodo por conta do que vemos em 1 Reis 6.1, que afirma que Salomão começou a construir o templo “no ano quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito”. Entende-se historicamente que Salomão tenha iniciado a construção perto do ano 960 a.C., o que dataria o êxodo por volta do ano 1440 a.C.

Com esses dados, entendemos que o texto do Pentateuco foi iniciado por Moisés por volta do ano 1.440 a.C., e encerrado na época do reino, tanto de Davi que incentivou a escrituração dos livros, como de Salomão, que ampliou esse evento. A data exata não pode ser definida, mas está dentro dos 80 anos dos reinados de Davi e Salomão, antes de 930 a.C.

Especificamente no caso de Levítico, que foi a base principal para a definição da Lei (a parte final do Êxodo, Levítico e Deutronômio são os textos fundantes da Lei), podemos datá-lo entre o século XV e XII a. C. E insistimos que, apesar de ter boa parte do texto elaborado, não podemos esquecer que o grande impulso literário em Israel se deu nos Reinados de Davi e Salomão.

Conteúdo
Em hebraico, o o nome do Livro de Levítico significa “E ele chamou”. O título hebraico é tirado da primeira palavra do livro, que era uma forma costumeira de dar nome às obras antigas. O título “Levítico“ é derivado da versão grega da obra e significa “assuntos pertencentes aos levitas”, o que mostra o quanto a atividade levítica poderia ter naquela época uma interpretação maior que apenas os que eram da Tribo de Levi ou que ficavam no Templo (no caso, na Tenda da Congregação e cuidavam das coisas dessa Tenda e de sua locomoção). É fato que os levitas eram os da Tribo de Levi e tinham responsabilidades muito definidas. Mas sabemos também que a atividade levítica é muito mais ampla. Não está ligada apenas à música ou ao cuidado do Templo. Na verdade, levitas são todos. Um grupo possui uma atribuição específica e é chamado dessa forma, mas na prática, nossa vida diante do Senhor e cada atitude e atividade deve levar em conta nosso chamado levítico, pois o próprio livro com esse nome lida muito mais assuntos relacionados à pureza, santidade, todo o sacerdócio, a santidade de Deus e a santidade na vida cotidiana do que apenas com as recomendações a um grupo pequeno chamado de Levitas. A palavra “santo” aparece mais de oitenta vezes no livro.

A teologia do Livro de Levítico liga a idéia de santidade à vida cotidiana. Ela vai além do assunto de sacrifício, embora o cerimonial do sacrifício e a obra dos sacerdotes sejam explicados com grande cuidado. O conceito de santidade afeta não somente o relacionamento que cada indivíduo tem com Deus, mas também o relacionamento de amor e respeito que cada pessoa deve ter com o seu próximo. O código de santidade permeia a obra porque cada indivíduo deve ser puro, pois Deus é puro e porque a pureza de cada indivíduo é a base da santidade de toda a comunidade da Aliança. O ensinamento de Jesus Cristo - ”Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas” (Mateus 7.12) - reflete o texto de Levítico 19.18, “Amarás o teu próximo como a ti mesmo”.

Algumas vezes, o Livro de Levítico tem sido encarado como uma obra de difícil compreensão. Entretanto, de acordo com a tradição primitiva, foi o primeiro livro a ser ensinado para as crianças na educação judaica. Ele lida com o caráter e a vontade de Deus especialmente em assuntos de santidade, que os sábios judeus consideravam de importância primária. Eles sentiram que, antes de proceder a outros ensinamentos, as crianças deveriam entender sobre a santidade de Deus e a responsabilidade de cada indivíduo pra viver uma vida santa.

Outro tema principal do Livro de Levítico é o sistema sacrificial. Os holocaustos referem-se ao único sacrifício que é totalmente consumido sobre o altar e, portanto, algumas vezes é chamado de oferta queimada. As ofertas de manjares são ofertas de tributo, feitas a fim de garantir ou manter o favor divino, indicando que os frutos do trabalho de uma pessoa devem ser dedicados a Deus. Os sacrifícios de paz ou das graças são designados para fornecer expiação. O sacrifício pelos erros é empregado para tirar a impureza do santuário. A oferta pela culpa ou oferta de compensação, é preparada para a violação da santidade da propriedade de Deus ou de outras pessoas, normalmente pelo uso de um falso testemunho. Os erros profanaram a santidade de Deus e é exigida uma oferta.

Além dos sacrifícios, o calendário litúrgico tem uma posição significativa no Livro de Levítico. O Ano de Descanso (o sétimo ano) refere-se à emancipação dos escravos israelitas e pessoas endividadas, bem como à redenção da terra (ver também Êxodo 21.2-6; 23.10,11; Deuteronômio 15.1-18). O Ano de Jubileu refere-se ao fato de que as terras de Israel, bem como o povo, pertencem a Deus e não a qualquer indivíduo. As terras, portanto, devem ter um descanso depois de cada período de quarenta e nove anos (Levítico 25.8-17), o que ensina o domínio de Deus, a santidade de Seu caráter e a necessidade da congregação se aproximar Dele com pureza de coração e mente.

Esboço de Levítico
I. A descrição do sistema de sacrifícios 1.1-7.38
Os holocaustos 1.1-17
As ofertas de manjares 2.1-6
Os sacrifícios de paz ou das graças 3.1.17
A Expiação do pecado 4.1-5.13
O sacrifício pelo sacrilégio 5.14-6.7
Outras instruções 6.8-7.38

II. O serviço dos sacerdotes no santuário 8.1-10.20
A ordenação de Arão e seus filhos 8.1-36
Os sacerdotes tomam posse 9.1-24
O pecado de Nadabe e Abiú 10.1-11
O pecado de Eleazar e Itamar 10.12-20

III. As leis das impurezas 11.1-16.34
Imundícias dos animais 11.1-47
Imundícias do parto 12.1-8
Imundícias da pele 13.1-14.57
Imundícias de emissão 15.1-33
Imundícias morais 16.1-34

IV. O código de Santidade 17.1-26.46
Matando por alimento 17.1-16
Sobre ser sagrado 18.1-20.27
Leis para sacerdotes e sacrifícios 21.1– 22.33
Dias santos e festas religiosas 23.1-44
Leis para elementos sagrados de louvor 24.1-9
Punição para blasfêmia 24.10-23
Os Anos do Descanso e do Jubileu 25.1-55
Bênçãos por obediência e punição por desobediência 26.1-46

V. Ofertas para o santuário 27.1-34

Livro - Manual de Escatologia


Deus, o Criador de todas as coisas, tem procurado alertar-nos quanto aos seus planos. Para tanto, revelou-nos em detalhes na Bíblia os seus desígnios. Dada a importância da profecia nas Escrituras, publicaram-se muitos livros excelentes sobre o tema. Até o momento, contudo, o tratamento da profecia tem sido apologético ou expositivo, abordado à parte da sua relação com o programa profético como um todo. Muito do nosso conhecimento tem sido apenas fragmentado e desconexo.

A monumental obra do professor J. Dwight Pentecost, Manual de Escatologia, vem suprir essa lacuna. Trata-se de obra profunda e equilibrada, na qual o autor sintetiza toda a profecia numa doutrina bíblica unificada, sistemática e completa. O professor John F. Walvoord, outro eminente perito em escatologia bíblica, afirmou: “A obra como um todo merece ser classificada como compêndio de escatologia clássico e abrangente, devendo como tal servir à nossa geração por muitos anos”.

O Manual de Escatologia é um acréscimo bem-vindo à biblioteca do pastor, do seminarista, do estudioso em geral e também de grande ajuda para qualquer pessoa interessada em dominar o relevante tema da profecia bíblica.

De joelhos é melhor...

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 12/05/2006

Duas esposas de pastores estavam sentadas, uma ao lado da outra, remendando calças de seus maridos. Uma delas falou à amiga:

- "Pobre do João, ele está muito desencorajado no trabalho da igreja. Há alguns dias ele falou até em renunciar e entregar seu cargo. Parece que nada vai bem e tudo dá errado para ele."

A outra respondeu:

- "Lamento por vocês. O meu marido tem dito exatamente o contrário. Tem sentido cada dia mais intimidade com Deus, como nunca havia experimentado antes."

Um pesado silêncio atingiu aquele local e ambas continuaram remendando as calças de seus maridos. Uma delas estava remendando os joelhos e a outra a parte traseira...

É inegável que quanto mais nos relacionamos intimamente com Deus, através da oração, do estudo da Palavra, do cumprimento de Sua vontade, mais experiências e bênçãos desfrutamos em nosso dia a dia. Se dobramos nossos joelhos mais tempo em Sua presença, mais ouviremos a Sua voz. E se ouvimos a Sua orientação, mais alegria e júbilo teremos em cada passo de nossa jornada.

Quando ocupamos nosso tempo apenas com interesses pessoais, ignorando que estes teriam muito mais sucesso se colocados debaixo da graça e unção do Senhor, a possibilidade de nossos comentários serem iguais aos da mulher de nossa ilustração é muito grande: "Parece que nada dá certo para mim. Eu me esforço, uso toda a minha capacidade, e as coisas vão de mal a pior."

Lembro de um antigo hino que contava a história de um pastor que vinha caminhando pela rua, lamentando o fato de sua igreja ser fria e sua alma vazia. Ele reconhecia que não podia mudar a situação porque nada tinha de si para dar. Enquanto caminhava encontrou, na rua, um menino que trabalhava ajoelhado no chão. Ofereceu-lhe um banquinho mas o menino respondeu: "De joelhos é melhor."

E foi aquela palavra do garoto que mudou a vida daquele pastor e de toda a sua igreja. O que faltava era oração e relacionamento com o Senhor.

Você quer gozar das bênçãos de Deus? De joelhos é melhor!

Que Deus continue abençoando sua vida!

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