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Comentário de livro da Bíblia - Êxodo

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 11/06/2007

Autoria
A tradição judaica define Moisés como o autor do Êxodo. Aliás, define como livros de autoria Mosaica os 5 primeiros livros da Bíblia que, juntos, são chamados de Pentateuco. Entendemos que o texto tomou forma final muito tempo após Moisés. Assim, o que nos parece plausível é que a tradição confirma a autoria mosaica exatamente por conta de uma situação muito corriqueira no mundo antigo: a ausência de direitos autorais sobre o texto final. Normalmente, quem escrevia, ainda que fosse outra pessoa, atribuía a autoria a quem passou o ensinamento, quer por tradição oral, quer por ter deixado alguns escritos que foram ampliados depois com o auxílio da tradição oral ou pesquisa. Se havia alguém que começou a ensinar daquela forma, quem deu forma final ao texto era esquecido como autor e a autoria do texto era atribuída a quem iniciou ou a tradição oral ou a escrever, ainda que de forma muito resumida.

Por isso a autoria de Moisés não é questionada, quer por ele ter começado a contar a história, quer por ele realmente ter escrito algumas das coisas dos textos do Pentateuco, mas é claro que só muito tempo depois dele que o texto tomou forma final.

Data
A data tradicional para o êxodo do Egito está no meio do décimo quinto século a.C. Moisés, se escreveu algo, dificilmente teria escrito algo antes disso! Definimos essa data para o Êxodo por conta do que vemos em 1 Reis 6.1, que afirma que Salomão começou a construir o templo “no ano quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito”. Entende-se historicamente que Salomão tenha iniciado a construção perto do ano 960 a.C., o que dataria o êxodo por volta do ano 1440 a.C.

Com esses dados, entendemos que o texto do Pentateuco foi iniciado por Moisés por volta do ano 1.440 a.C., e encerrado na época do reino, tanto de Davi que incentivou a escrituração dos livros, como de Salomão, que ampliou esse evento. A data exata não pode ser definida, mas está dentro dos 80 anos dos reinados de Davi e Salomão, antes de 930 a.C.

O livro
Êxodo é a continuação histórica do relato do Gênesis, mostrando o desenvolvimento de um pequeno grupo familiar de setenta pessoas (A família de Jacó), que passa a ser grande nação com milhões de pessoas. Os hebreus viveram no Egito aproximadamente por 430 anos, sendo que boa parte do tempo em regime de escravidão, depois que a memória de José tinha sido apagada dentre o povo egípcio e este precisava de mão de obra para a realização de trabalhos.

Assim, o Êxodo registra o desenvolvimento de Moisés , a libertação de Israel do seu cativeiro, a sua caminhada do Egito até o monte Sinai para receber a lei de Deus e as instruções divinas a respeito da edificação do tabernáculo. O livro termina com a construção do tabernáculo como um lugar da habitação de Deus.
Dentro dessa perspectiva, podemos dividir o livro do Êxodo em três seções principais:
1) a libertação miraculosa de Israel (1.1-13.6);
2) a jornada miraculosa até o Sinai (13.17-18.27); e
3) as revelações miraculosas junto ao Sinai (19.1-40.38).

Esboço de Êxodo
I. A libertação miraculosa de Israel 1.1-13.16
A opressão dos israelitas no Egito 1.1-22
O nascimento e a primeira parte da vida de Moisés 2.1-4.31
O processo de libertação 5.1-11.10
O episódio do êxodo 12.1-13.16

II. A jornada miraculosa até o Sinai 13.17-18.27
A Libertação junto ao mar Vermelho 13.17-15.21
A provisão para o povo 15.22-17.7
A proteção contra os amalequitas 17.8-16
O estabelecimento dos anciões supervisores 18.1-27

III. As revelações miraculosas junto ao Sinai 19.1– 40.38
A chegada ao Sinai e a manifestação de Deus 19.1-25
Os dez mandamentos 20.1-21
O Livro da Aliança 20.22-23.19
A proteção do Anjo de Deus 23.20-33
Israel confirma a Aliança 24.1-18
Orientação a respeito do tabernáculo 25.1-31.18
O bezerro de ouro 32.1-35
Arrependimento e renovação do pacto 33.1-35.3
A construção do tabernáculo 35.4-40.33
A glória do Senhor enche o tabernáculo 40.34-38

Lilás - Djavan


Lilás
Djavan
Composição: Djavan

Amanhã
Outro dia
Lua sai
Ventania
Abraça
Uma nuvem que passa no ar
Beija
Brinca
E deixa passar

E no ar
De outro dia
Meu olhar
Surgia nas pontas
De estrelas perdidas no mar
Pra chover de emoção
Trovejar...

Raio se libertou
Clareou
Muito mais
Se encantou
Pela cor lilás
Prata na luz do amor
Céu azul

Eu quero ver
O por do sol
Lindo como ele só
E gente pra ver
E viajar
No seu mar
De raio.

Livro - A arte perdida de fazer discípulos



Esse livro não deve ser lido; deve ser estudado e levado a sério!

O futuro da Igreja depende da qualidade dos líderes que formamos!

Você já fez algum discípulo?

Uma abordagem do verdadeiro sentido do discipulado não como programa institucional vago, mas como orientação prática àqueles que querem discipular. O tratamento é simples e prático. O mandamento de nosso Senhor não será uma arte perdida; basta que as pessoas sigam de todo coração os conselhos apresentados neste livro.

A experiência do autor autentica a importância da obra. LeRoy Eims não é um teórico do tema, mas um homem que pratica o que aconselha, já que durante vários anos vem se envolvendo na formação de homens para Cristo. Muitos são os obreiros em várias partes do mundo que atestam a fidelidade e o cuidado que LeRoy lhes dedicou.

Editado pela primeira vez em 1978, este livro apresenta uma fundamentação bíblica sobre o discipulado que jamais envelhece.

Nesse período houve uma ênfase no discipulado em todas as partes do mundo, e os ensinamentos de LeRoy espalharam-se pelos quatro cantos.

A edição deste livro em português preenche uma lacuna na igreja evangélica brasileira, trazendo um tema tão antigo quanto atual, mas sem os vícios e mazelas que contaminaram o verdadeiro discipulado em algumas igrejas no Brasil.

O enfoque de LeRoy é bíblico e, levado a sério, corrigirá os desacertos tão comuns entre os que fizeram do discipulado apenas um método ou estrutura, com o fim de engordar as estatísticas da Igreja.

Todo líder deveria se reproduzir em outros homens, aumentando o número de pessoas na grande ceifa deste final dos tempos. Formar homens para o ministério é tarefa de todos nós. E LeRoy buscou nas páginas da Bíblia os métodos para a formação deste potencial para a igreja: discípulos que se reproduzem em novos discípulos, obreiros que se reproduzem em novos obreiros e líderes que se reproduzem noutros homens.

Empurre aquela pedra

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 05/05/2006



"Certa feita, o Senhor observava um servo que, poucos dias após sua conversão, queria fazer todas as coisas de acordo com a Vontade Dele. Buscava o Senhor até para fazer as mínimas coisas!

Assim, em um dia, o Senhor aproximou-se desse servo e falou diretamente com ele:


_ Meu servo. Tenho visto seu desejo em realizar Minha vontade. Sua preocupação, mesmo nas mínimas coisas, em fazer as coisas do jeito que Eu quero. Assim, tenho para ti uma missão.

- Eis-me aqui, Senhor - respondeu o servo.

- Vês aquela pedra enorme ali? Eu quero que você empurre essa grande pedra, todos os dias que seguirão, até que Eu volte a falar contigo.

- O farei com a maior alegria! , foi a resposta.

Os dias passaram. Chuva, sol, frio, calor... Alguns dias durante a noite... E o servo fez o que o Senhor mandou: ficou empurrando a pedra. Mas estava muito entristecido...

Vários meses depois, o Senhor voltou a falar com o servo:

- Meu servo querido. Vejo...

O servo interrompeu o Senhor e, de joelhos, chorando, exclamou:

- Perdão, Senhor. Falhei!!!

- No que você acha que falhou? , indagou o Senhor.

- Não consegui cumprir o que o Senhor mandou! Passei dias e noites, com chuva, sol, frio e calor, empurrando essa pedra todos esses meses. Não deixei um dia sequer sem vir para este lugar e passei sempre algumas horas. Independente disso, falhei... Por mais força e tempo que dediquei, a pedra não se movimentou nem mesmo um único centímetro. Perdão, Senhor!

O Senhor ouviu atentamente aquele servo e, depois de suas explicações, disse:

- Meu servo. Você fez exatamente aquilo que Eu lhe mandei! Você empurrou a pedra, todos os dias, durante esses meses, até que Eu voltei a falar com você.

- Não entendo - exclamou o servo. Como posso ter feito o que o Senhor queria? Empurrei mas ela não se mexeu!

- Meu servo. Eu queria apenas que você empurrasse a pedra. E isso você fez, com afinco! Eu nunca mandei que você empurrasse a pedra até que ela se movimentasse. Era só pra empurrar a pedra! Agora, olhe pra você: Seus músculos estão bem mais definidos, sua resistência ao frio e ao calor aumentou, e sua pele está preparada para enfrentar muitos dias tomando sol ou chuva, sem ter maiores problemas. Eu só queria que você empurrasse a pedra para que você estivesse preparado para a obra que tenho pra você agora."





Muitas vezes não vemos o melhor de Deus por querer fazer além do que devemos! Achamos que temos que ir além, que temos outras responsabilidades... Busque no Senhor a sua responsabilidade e deixe o Espírito dar a você o discernimento, para que você faça exatamente o que deve, dentro do "corpo de Cristo". Como cristãos, somos realmente um corpo, onde cada um tem uma função diferente e o cabeça é Cristo, que dá a direção e as orientações para que façamos exatamente o que devemos. Por nós mesmos, podemos fazer menos ou até mais! Não é isso que o Senhor espera de nós! Espera que façamos exatamente o que é nossa responsabilidade, apenas isso! Tudo isso! Só se você deixar o Espírito te orientar que você irá realmente fazer (o Espírito vai fazer através de você) o que é sua função. Nem mais, nem menos. E o Nome do Senhor será glorificado, a cada instante!

Que Deus continue abençoando sua vida!

Filme - Deixados para trás II - Comando Tribulação


Após o desaparecimento de milhões de pessoas, o mundo desesperado recorre ao presidente das Nações Unidas, Nicolae Carpathia (Gordon Currie). Colocado em um pedestal, idolatrado e ganhando a confiança dos que foram deixados para trás, ele se sente o dono do mundo com o planeta aos seus pés. Mas a milhares de quilômetros dali, um grupo sabe qual é a verdadeira e sinistra identidade do governante. Auto-intitulando-se "Comando Tribulação", o grupo tenta desesperadamente compartilhar o que sabe com quem estiver disposto a escutá-lo, mesmo colocando em risco as sua próprias vidas. Embarcam nessa perigosa missão, tentando abrir os olhos do mundo para a verdade, o jornalista Buck Williams (Kirk Cameron), o Pastor Bruce Barnes (Clarence Gilyard), o piloto Rayford Steele (Brad Johnson) e sua filha Chloe (Jonaya Stephens).

Deixa Chover - Guilherme Arantes


Deixa Chover
Guilherme Arantes
Composição: Guilherme Arantes

Certos dias, de chuva
Nem é bom sair
De casa, agitar
É melhor dormir...
Se você tentou
E não aconteceu
Valeu!
Infelizmente nem tudo é
Exatamente como a gente quer...

As pessoas
Sempre têm
Chance de jogar
De novo e errar
Ver o que convém
Receber alguém
No seu coração
Ou não!
Infelizmente nem tudo é
Exatamente como a gente quer...

Deixa chover
Ah! Ah! Aaaaaaah!
Deixa a chuva molhar
Dentro do peito
Tem um fogo ardendo
Que nunca vai se apagar...

Deixa chover
Ah! Ah! Aaaaaaah!
Deixa a chuva molhar
Dentro do peito
Tem um fogo ardendo
Que nunca, nada
Nada vai apagar...

Comentário de Livro da Bíblia - Gênesis

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 04/06/2007

Autoria
A tradição judaica define Moisés como o autor do Gênesis e dos outros quatro livros seguintes que, juntos, são chamados de Pentateuco. Entendemos que o texto tomou forma final muito tempo após Moisés. Assim, o que nos parece plausível é que a tradição confirma a autoria mosaica exatamente por conta de uma situação muito corriqueira no mundo antigo: a ausência de direitos autorais sobre o texto final. Normalmente, quem escrevia, ainda que fosse outra pessoa, atribuía a autoria a quem passou o ensinamento, quer por tradição oral, quer por ter deixado alguns escritos que foram ampliados depois com o auxílio da tradição oral ou pesquisa. Se havia alguém que começou a ensinar daquela forma, quem deu forma final ao texto era esquecido como autor e a autoria do texto era atribuída a quem iniciou ou a tradição oral ou a escrever, ainda que de forma muito resumida.

Por isso a autoria de Moisés não é questionada, quer por ele ter começado a contar a história, quer por ele realmente ter escrito algumas das coisas dos textos do Pentateuco, mas é claro que só muito tempo depois dele que o texto tomou forma final.

Data
A data tradicional para o êxodo do Egito está no meio do décimo quinto século a.C. Moisés, se escreveu algo, dificilmente teria escrito algo antes disso! Definimos essa data para o Êxodo por conta do que vemos em 1 Reis 6.1, que afirma que Salomão começou a construir o templo “no ano quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito”. Entende-se historicamente que Salomão tenha iniciado a construção perto do ano 960 a.C., o que dataria o êxodo por volta do ano 1440 a.C.

Com esses dados, entendemos que o texto do Pentateuco foi iniciado por Moisés por volta do ano 1.440 a.C., e encerrado na época do reino, tanto de Davi que incentivou a escrituração dos livros, como de Salomão, que ampliou esse evento. A data exata não pode ser definida, mas está dentro dos 80 anos dos reinados de Davi e Salomão, antes de 930 a.C.

O livro
O início de Gênesis fala da formação do sistema solar, os preparativos da terra para se tornar habitável e a criação da vida sobre a terra.

Toda a criação é realizada em seis dias e no sétimo, o Senhor descansou. Claro que a criação pode ter se dado no tempo do relógio, no nosso tempo (Chronos), pois Deus é poderoso para tal (poderia ter feito em um dia ou em apenas alguns instantes - fica até difícil definir em nosso tempo o quão poderoso Deus é e em qual medida de tempo Ele poderia ter criado todas as coisas, afinal Ele criou a medida do nosso tempo e Ele está fora dela!).

Mas entendemos que a criação se dá em 7 dias (6 de trabalho e um de descanso) e disso não abrimos mão! O que não podemos definir é se realmente cada dia durou 24 horas como no nosso tempo ou se aconteceu no tempo de Deus (Káiros). Como a criação estava sendo realizada, o tempo foi o Káiros mesmo, pois Deus criou todas as coisas, inclusive o nosso tempo (quando definiu os luminares do dia e da noite e os períodos de tempo). O que não podemos definir é se esse tempo foi igual ao nosso ou se foi um tempo contado de forma totalmente diferente. E no último dia Deus descansou, não porque não pudesse continuar sem esse período, mas muito mais para ensinar ao ser humano que há a necessidade de um período de trabalho, mas também há um período necessário para descanso.

Os dez capítulos seguintes explicam as origens de muitas qualidades misteriosas da vida: o pecado, as dores do parto para a mulher, a morte, a ira de Deus, a inimizade do ser humano contra o próprio ser humano e as dispersão das raças e línguas sobre toda a terra.

No capítulo 12, Gênesis relata o chamado de Abraão e a inauguração da aliança de Deus com ele, uma aliança que foi renovada com Isaque e Jacó.

Gênesis mostra uma forma característica em sua narrativa, o desejo de relacionamento de Deus com o ser humano, quer através da criação propriamente dita, quer no episódio da Arca de Noé, na aliança feita com Abraão, Isaque e Jacó, ou ainda pelo relato inspirador de José e pela multiplicação do povo de Deus no Egito. Sempre vemos Deus querendo se relacionar com o ser humano.

O livro termina com a bênção de Jacó. Ressaltamos em especial a bênção sobre Judá, de cuja tribo viria o Messias: 49.10. E não podemos deixar de registrar, claro, a fé de José no cumprimento da promessa da Terra Prometida, uma vez que ele sabia que os dias iam passar e ele não veria isso ainda, mas o povo veria e ele queria, mesmo depois de morto, que seus ossos fossem transportados para essa Terra (50.22-26).

Esboço de Gênesis
A história primitiva do ser humano 1.1 - 11.32
As narrativas da criação 1.1 - 2.5
Criação dos céus, da terra, e da vida sobre a terra 1.1 - 2.3
Criação do ser humano 2.4-25
A queda do ser humano 3.1-24
O mundo anterior ao dilúvio 4.1 - 5.32
Noé e o dilúvio 6.1 - 9.29
A Genealogia 10.1-32
A confusão das línguas 11.1-9
Genealogia de Abraão 11.10-32

Os patriarcas 12.1 - 50.26
Abrão (Abraão) 12.1 - 23.20
O chamado de Abraão e os primeiros eventos 12.1 - 13.13
A promessa da terra de Canaã 13.14-18
A batalha dos reis 14.1-24
A Aliança de Deus com Abraão 15.1-21.34
O teste de Abraão 22.1-24
A morte de Sara 23.1-20
Isaque 24.1 - 26.35
A noiva de Isaque 24.1-67
A morte de Abraão 25.1-11
Ismael, Esaú e Jacó 25.12-34
Deus confirma Sua Aliança com Isaque 26.1-35
Jacó 27.1 - 35.29
Jacó engana o seu pai 27.1-46
A fuga de Jacó para Harã 28.1-10
Deus confirma a Aliança com Jacó 28.11-22
O casamento de Jacó em Harã 29.1 - 30.43
O retorno de Jacó para Canaã 31.1 - 35.29
Esaú 36.1-43
José 37.1 - 50.26
A venda de José 37.1-36
Judá e Tamar 38.1-30
José na casa de Potifar 39.1-19
José no cárcere 39.20 - 40.23
A exaltação de José 41.1-57
José e os seus irmãos 42.1 - 45.28
Jacó muda para o Egito 46.1 - 48.22
A benção de Jacó e o seu sepultamento 49.1 - 50.21
Os últimos dias de José 50.22-26

Livro - Deus trabalha no turno da noite


A vida pode parecer especialmente sombria quando você está passando por dificuldades ou sofrimentos.

É dificil aguardar e esperar pela reconciliação em seu casamento...

É dificil ficar aguadando o retorno do filho pródigo...

É dificillutar com um vício, esperando pelo livramento que ainda não veio...

Mas, por mais escuras que sejam as trevas... Deus continua a ouvir a sua voz, a dirigir "circunstâncias desconhecidas para você e a segurar a sua mão direita. Você pode agarrar-se à esperança naquele que o ama mais que tudo. Você pode confiar no pai amoroso que trabalha no turno da noite.

Caixinha de beijos

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 28/04/2006

Um pai fico irritado com sua filha de três anos, porque ela havia usado um rolo de papel de presente dourado e, literalmente, desperdiçado fazendo um embrulho.

Como o dinheiro andava curto e o papel muito caro, ele não poupou recriminações para a garotinha, que ficou triste e chorou.

Naquela noite o pai descobriu num canto da sala, um embrulho dourado não muito bem feito. Na manhã seguinte, logo que despertou, a menina correu para ele com o embrulho nas mãos, abraçou forte seu pescoço, encheu seu rosto de beijos e lhe entregou o presente.

- Isto é para você, paizinho!

Ele sentiu-se muito envergonhado com sua furiosa reação do dia anterior. Mas logo que abriu o embrulho, voltou a explodir. Era uma caixinha vazia. Gritou:

- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém colocamos alguma coisa dentro da caixa?

A criança olhou para ele, com os olhos cheios de lágrimas e disse:

- Mas pai, a caixinha não esta vazia, eu soprei beijos dentro dela, e todos são só para você, pai.

O pai quase morreu de vergonha. Abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.

Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos. Sempre que se sentia triste, chateado, deprimido ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali!

Muitas vezes somos muito injustos com os pequenos gestos que acabam se tornando grandes vindo de quem nos ama tanto. O Senhor Jesus foi rejeitado por não ser do jeito que o povo imaginou, vemos isso no texto abaixo, mas ainda assim, vemos também a grandiosidade do Seu amor:

“Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus”- Jo 1. 11,12

Brasil - Cazuza


Brasil
Cazuza
Composição: Cazuza / Nilo Roméro / George Israel

Não me convidaram
Pra esta festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes de eu nascer...

Não me ofereceram
Nem um cigarro
Fiquei na porta
Estacionando os carros
Não me elegeram
Chefe de nada
O meu cartão de crédito
É uma navalha...

Brasil!
Mostra tua cara
Quero ver quem paga
Pra gente ficar assim
Brasil!
Qual é o teu negócio?
O nome do teu sócio?
Confia em mim...

Não me convidaram
Pra essa festa pobre
Que os homens armaram
Pra me convencer
A pagar sem ver
Toda essa droga
Que já vem malhada
Antes de eu nascer...

Não me sortearam
A garota do Fantástico
Não me subornaram
Será que é o meu fim?
Ver TV a cores
Na taba de um índio
Programada
Prá só dizer "sim, sim"

Grande pátria
Desimportante
Em nenhum instante
Eu vou te trair
Não, não vou te trair...

Filme - O demolidor


No futuro, um perigoso criminoso (Wesley Snipes) foge da prisão em que estava congelado, amedrontando uma pacífica cidade. Como a polícia atual é despreparada para agir com esse tipo de criminoso, só um policial que foi congelado por excesso de brutalidade (Sylvester Stallone) poderá recapturá-lo. E de quebra, desvendar três mistérios: como viver no futuro, como aquele criminoso escapou com novas habilidades e quem está por trás disso!

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