segunda-feira, outubro 25, 2010

Livro - Manual de Escatologia


Deus, o Criador de todas as coisas, tem procurado alertar-nos quanto aos seus planos. Para tanto, revelou-nos em detalhes na Bíblia os seus desígnios. Dada a importância da profecia nas Escrituras, publicaram-se muitos livros excelentes sobre o tema. Até o momento, contudo, o tratamento da profecia tem sido apologético ou expositivo, abordado à parte da sua relação com o programa profético como um todo. Muito do nosso conhecimento tem sido apenas fragmentado e desconexo.

A monumental obra do professor J. Dwight Pentecost, Manual de Escatologia, vem suprir essa lacuna. Trata-se de obra profunda e equilibrada, na qual o autor sintetiza toda a profecia numa doutrina bíblica unificada, sistemática e completa. O professor John F. Walvoord, outro eminente perito em escatologia bíblica, afirmou: “A obra como um todo merece ser classificada como compêndio de escatologia clássico e abrangente, devendo como tal servir à nossa geração por muitos anos”.

O Manual de Escatologia é um acréscimo bem-vindo à biblioteca do pastor, do seminarista, do estudioso em geral e também de grande ajuda para qualquer pessoa interessada em dominar o relevante tema da profecia bíblica.

sábado, outubro 02, 2010

De joelhos é melhor...

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 12/05/2006

Duas esposas de pastores estavam sentadas, uma ao lado da outra, remendando calças de seus maridos. Uma delas falou à amiga:

- "Pobre do João, ele está muito desencorajado no trabalho da igreja. Há alguns dias ele falou até em renunciar e entregar seu cargo. Parece que nada vai bem e tudo dá errado para ele."

A outra respondeu:

- "Lamento por vocês. O meu marido tem dito exatamente o contrário. Tem sentido cada dia mais intimidade com Deus, como nunca havia experimentado antes."

Um pesado silêncio atingiu aquele local e ambas continuaram remendando as calças de seus maridos. Uma delas estava remendando os joelhos e a outra a parte traseira...

É inegável que quanto mais nos relacionamos intimamente com Deus, através da oração, do estudo da Palavra, do cumprimento de Sua vontade, mais experiências e bênçãos desfrutamos em nosso dia a dia. Se dobramos nossos joelhos mais tempo em Sua presença, mais ouviremos a Sua voz. E se ouvimos a Sua orientação, mais alegria e júbilo teremos em cada passo de nossa jornada.

Quando ocupamos nosso tempo apenas com interesses pessoais, ignorando que estes teriam muito mais sucesso se colocados debaixo da graça e unção do Senhor, a possibilidade de nossos comentários serem iguais aos da mulher de nossa ilustração é muito grande: "Parece que nada dá certo para mim. Eu me esforço, uso toda a minha capacidade, e as coisas vão de mal a pior."

Lembro de um antigo hino que contava a história de um pastor que vinha caminhando pela rua, lamentando o fato de sua igreja ser fria e sua alma vazia. Ele reconhecia que não podia mudar a situação porque nada tinha de si para dar. Enquanto caminhava encontrou, na rua, um menino que trabalhava ajoelhado no chão. Ofereceu-lhe um banquinho mas o menino respondeu: "De joelhos é melhor."

E foi aquela palavra do garoto que mudou a vida daquele pastor e de toda a sua igreja. O que faltava era oração e relacionamento com o Senhor.

Você quer gozar das bênçãos de Deus? De joelhos é melhor!

Que Deus continue abençoando sua vida!

quarta-feira, setembro 29, 2010

Comentário de livro da Bíblia - Êxodo

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 11/06/2007

Autoria
A tradição judaica define Moisés como o autor do Êxodo. Aliás, define como livros de autoria Mosaica os 5 primeiros livros da Bíblia que, juntos, são chamados de Pentateuco. Entendemos que o texto tomou forma final muito tempo após Moisés. Assim, o que nos parece plausível é que a tradição confirma a autoria mosaica exatamente por conta de uma situação muito corriqueira no mundo antigo: a ausência de direitos autorais sobre o texto final. Normalmente, quem escrevia, ainda que fosse outra pessoa, atribuía a autoria a quem passou o ensinamento, quer por tradição oral, quer por ter deixado alguns escritos que foram ampliados depois com o auxílio da tradição oral ou pesquisa. Se havia alguém que começou a ensinar daquela forma, quem deu forma final ao texto era esquecido como autor e a autoria do texto era atribuída a quem iniciou ou a tradição oral ou a escrever, ainda que de forma muito resumida.

Por isso a autoria de Moisés não é questionada, quer por ele ter começado a contar a história, quer por ele realmente ter escrito algumas das coisas dos textos do Pentateuco, mas é claro que só muito tempo depois dele que o texto tomou forma final.

Data
A data tradicional para o êxodo do Egito está no meio do décimo quinto século a.C. Moisés, se escreveu algo, dificilmente teria escrito algo antes disso! Definimos essa data para o Êxodo por conta do que vemos em 1 Reis 6.1, que afirma que Salomão começou a construir o templo “no ano quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito”. Entende-se historicamente que Salomão tenha iniciado a construção perto do ano 960 a.C., o que dataria o êxodo por volta do ano 1440 a.C.

Com esses dados, entendemos que o texto do Pentateuco foi iniciado por Moisés por volta do ano 1.440 a.C., e encerrado na época do reino, tanto de Davi que incentivou a escrituração dos livros, como de Salomão, que ampliou esse evento. A data exata não pode ser definida, mas está dentro dos 80 anos dos reinados de Davi e Salomão, antes de 930 a.C.

O livro
Êxodo é a continuação histórica do relato do Gênesis, mostrando o desenvolvimento de um pequeno grupo familiar de setenta pessoas (A família de Jacó), que passa a ser grande nação com milhões de pessoas. Os hebreus viveram no Egito aproximadamente por 430 anos, sendo que boa parte do tempo em regime de escravidão, depois que a memória de José tinha sido apagada dentre o povo egípcio e este precisava de mão de obra para a realização de trabalhos.

Assim, o Êxodo registra o desenvolvimento de Moisés , a libertação de Israel do seu cativeiro, a sua caminhada do Egito até o monte Sinai para receber a lei de Deus e as instruções divinas a respeito da edificação do tabernáculo. O livro termina com a construção do tabernáculo como um lugar da habitação de Deus.
Dentro dessa perspectiva, podemos dividir o livro do Êxodo em três seções principais:
1) a libertação miraculosa de Israel (1.1-13.6);
2) a jornada miraculosa até o Sinai (13.17-18.27); e
3) as revelações miraculosas junto ao Sinai (19.1-40.38).

Esboço de Êxodo
I. A libertação miraculosa de Israel 1.1-13.16
A opressão dos israelitas no Egito 1.1-22
O nascimento e a primeira parte da vida de Moisés 2.1-4.31
O processo de libertação 5.1-11.10
O episódio do êxodo 12.1-13.16

II. A jornada miraculosa até o Sinai 13.17-18.27
A Libertação junto ao mar Vermelho 13.17-15.21
A provisão para o povo 15.22-17.7
A proteção contra os amalequitas 17.8-16
O estabelecimento dos anciões supervisores 18.1-27

III. As revelações miraculosas junto ao Sinai 19.1– 40.38
A chegada ao Sinai e a manifestação de Deus 19.1-25
Os dez mandamentos 20.1-21
O Livro da Aliança 20.22-23.19
A proteção do Anjo de Deus 23.20-33
Israel confirma a Aliança 24.1-18
Orientação a respeito do tabernáculo 25.1-31.18
O bezerro de ouro 32.1-35
Arrependimento e renovação do pacto 33.1-35.3
A construção do tabernáculo 35.4-40.33
A glória do Senhor enche o tabernáculo 40.34-38

terça-feira, setembro 28, 2010

Lilás - Djavan


Lilás
Djavan
Composição: Djavan

Amanhã
Outro dia
Lua sai
Ventania
Abraça
Uma nuvem que passa no ar
Beija
Brinca
E deixa passar

E no ar
De outro dia
Meu olhar
Surgia nas pontas
De estrelas perdidas no mar
Pra chover de emoção
Trovejar...

Raio se libertou
Clareou
Muito mais
Se encantou
Pela cor lilás
Prata na luz do amor
Céu azul

Eu quero ver
O por do sol
Lindo como ele só
E gente pra ver
E viajar
No seu mar
De raio.

segunda-feira, setembro 27, 2010

Livro - A arte perdida de fazer discípulos



Esse livro não deve ser lido; deve ser estudado e levado a sério!

O futuro da Igreja depende da qualidade dos líderes que formamos!

Você já fez algum discípulo?

Uma abordagem do verdadeiro sentido do discipulado não como programa institucional vago, mas como orientação prática àqueles que querem discipular. O tratamento é simples e prático. O mandamento de nosso Senhor não será uma arte perdida; basta que as pessoas sigam de todo coração os conselhos apresentados neste livro.

A experiência do autor autentica a importância da obra. LeRoy Eims não é um teórico do tema, mas um homem que pratica o que aconselha, já que durante vários anos vem se envolvendo na formação de homens para Cristo. Muitos são os obreiros em várias partes do mundo que atestam a fidelidade e o cuidado que LeRoy lhes dedicou.

Editado pela primeira vez em 1978, este livro apresenta uma fundamentação bíblica sobre o discipulado que jamais envelhece.

Nesse período houve uma ênfase no discipulado em todas as partes do mundo, e os ensinamentos de LeRoy espalharam-se pelos quatro cantos.

A edição deste livro em português preenche uma lacuna na igreja evangélica brasileira, trazendo um tema tão antigo quanto atual, mas sem os vícios e mazelas que contaminaram o verdadeiro discipulado em algumas igrejas no Brasil.

O enfoque de LeRoy é bíblico e, levado a sério, corrigirá os desacertos tão comuns entre os que fizeram do discipulado apenas um método ou estrutura, com o fim de engordar as estatísticas da Igreja.

Todo líder deveria se reproduzir em outros homens, aumentando o número de pessoas na grande ceifa deste final dos tempos. Formar homens para o ministério é tarefa de todos nós. E LeRoy buscou nas páginas da Bíblia os métodos para a formação deste potencial para a igreja: discípulos que se reproduzem em novos discípulos, obreiros que se reproduzem em novos obreiros e líderes que se reproduzem noutros homens.

sábado, setembro 25, 2010

Empurre aquela pedra

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 05/05/2006



"Certa feita, o Senhor observava um servo que, poucos dias após sua conversão, queria fazer todas as coisas de acordo com a Vontade Dele. Buscava o Senhor até para fazer as mínimas coisas!

Assim, em um dia, o Senhor aproximou-se desse servo e falou diretamente com ele:


_ Meu servo. Tenho visto seu desejo em realizar Minha vontade. Sua preocupação, mesmo nas mínimas coisas, em fazer as coisas do jeito que Eu quero. Assim, tenho para ti uma missão.

- Eis-me aqui, Senhor - respondeu o servo.

- Vês aquela pedra enorme ali? Eu quero que você empurre essa grande pedra, todos os dias que seguirão, até que Eu volte a falar contigo.

- O farei com a maior alegria! , foi a resposta.

Os dias passaram. Chuva, sol, frio, calor... Alguns dias durante a noite... E o servo fez o que o Senhor mandou: ficou empurrando a pedra. Mas estava muito entristecido...

Vários meses depois, o Senhor voltou a falar com o servo:

- Meu servo querido. Vejo...

O servo interrompeu o Senhor e, de joelhos, chorando, exclamou:

- Perdão, Senhor. Falhei!!!

- No que você acha que falhou? , indagou o Senhor.

- Não consegui cumprir o que o Senhor mandou! Passei dias e noites, com chuva, sol, frio e calor, empurrando essa pedra todos esses meses. Não deixei um dia sequer sem vir para este lugar e passei sempre algumas horas. Independente disso, falhei... Por mais força e tempo que dediquei, a pedra não se movimentou nem mesmo um único centímetro. Perdão, Senhor!

O Senhor ouviu atentamente aquele servo e, depois de suas explicações, disse:

- Meu servo. Você fez exatamente aquilo que Eu lhe mandei! Você empurrou a pedra, todos os dias, durante esses meses, até que Eu voltei a falar com você.

- Não entendo - exclamou o servo. Como posso ter feito o que o Senhor queria? Empurrei mas ela não se mexeu!

- Meu servo. Eu queria apenas que você empurrasse a pedra. E isso você fez, com afinco! Eu nunca mandei que você empurrasse a pedra até que ela se movimentasse. Era só pra empurrar a pedra! Agora, olhe pra você: Seus músculos estão bem mais definidos, sua resistência ao frio e ao calor aumentou, e sua pele está preparada para enfrentar muitos dias tomando sol ou chuva, sem ter maiores problemas. Eu só queria que você empurrasse a pedra para que você estivesse preparado para a obra que tenho pra você agora."





Muitas vezes não vemos o melhor de Deus por querer fazer além do que devemos! Achamos que temos que ir além, que temos outras responsabilidades... Busque no Senhor a sua responsabilidade e deixe o Espírito dar a você o discernimento, para que você faça exatamente o que deve, dentro do "corpo de Cristo". Como cristãos, somos realmente um corpo, onde cada um tem uma função diferente e o cabeça é Cristo, que dá a direção e as orientações para que façamos exatamente o que devemos. Por nós mesmos, podemos fazer menos ou até mais! Não é isso que o Senhor espera de nós! Espera que façamos exatamente o que é nossa responsabilidade, apenas isso! Tudo isso! Só se você deixar o Espírito te orientar que você irá realmente fazer (o Espírito vai fazer através de você) o que é sua função. Nem mais, nem menos. E o Nome do Senhor será glorificado, a cada instante!

Que Deus continue abençoando sua vida!

sexta-feira, setembro 24, 2010

Filme - Deixados para trás II - Comando Tribulação


Após o desaparecimento de milhões de pessoas, o mundo desesperado recorre ao presidente das Nações Unidas, Nicolae Carpathia (Gordon Currie). Colocado em um pedestal, idolatrado e ganhando a confiança dos que foram deixados para trás, ele se sente o dono do mundo com o planeta aos seus pés. Mas a milhares de quilômetros dali, um grupo sabe qual é a verdadeira e sinistra identidade do governante. Auto-intitulando-se "Comando Tribulação", o grupo tenta desesperadamente compartilhar o que sabe com quem estiver disposto a escutá-lo, mesmo colocando em risco as sua próprias vidas. Embarcam nessa perigosa missão, tentando abrir os olhos do mundo para a verdade, o jornalista Buck Williams (Kirk Cameron), o Pastor Bruce Barnes (Clarence Gilyard), o piloto Rayford Steele (Brad Johnson) e sua filha Chloe (Jonaya Stephens).

quinta-feira, setembro 23, 2010

Deixa Chover - Guilherme Arantes


Deixa Chover
Guilherme Arantes
Composição: Guilherme Arantes

Certos dias, de chuva
Nem é bom sair
De casa, agitar
É melhor dormir...
Se você tentou
E não aconteceu
Valeu!
Infelizmente nem tudo é
Exatamente como a gente quer...

As pessoas
Sempre têm
Chance de jogar
De novo e errar
Ver o que convém
Receber alguém
No seu coração
Ou não!
Infelizmente nem tudo é
Exatamente como a gente quer...

Deixa chover
Ah! Ah! Aaaaaaah!
Deixa a chuva molhar
Dentro do peito
Tem um fogo ardendo
Que nunca vai se apagar...

Deixa chover
Ah! Ah! Aaaaaaah!
Deixa a chuva molhar
Dentro do peito
Tem um fogo ardendo
Que nunca, nada
Nada vai apagar...

quarta-feira, setembro 22, 2010

Comentário de Livro da Bíblia - Gênesis

Está no Portal Evangélico Compartilhando Na Web 04/06/2007

Autoria
A tradição judaica define Moisés como o autor do Gênesis e dos outros quatro livros seguintes que, juntos, são chamados de Pentateuco. Entendemos que o texto tomou forma final muito tempo após Moisés. Assim, o que nos parece plausível é que a tradição confirma a autoria mosaica exatamente por conta de uma situação muito corriqueira no mundo antigo: a ausência de direitos autorais sobre o texto final. Normalmente, quem escrevia, ainda que fosse outra pessoa, atribuía a autoria a quem passou o ensinamento, quer por tradição oral, quer por ter deixado alguns escritos que foram ampliados depois com o auxílio da tradição oral ou pesquisa. Se havia alguém que começou a ensinar daquela forma, quem deu forma final ao texto era esquecido como autor e a autoria do texto era atribuída a quem iniciou ou a tradição oral ou a escrever, ainda que de forma muito resumida.

Por isso a autoria de Moisés não é questionada, quer por ele ter começado a contar a história, quer por ele realmente ter escrito algumas das coisas dos textos do Pentateuco, mas é claro que só muito tempo depois dele que o texto tomou forma final.

Data
A data tradicional para o êxodo do Egito está no meio do décimo quinto século a.C. Moisés, se escreveu algo, dificilmente teria escrito algo antes disso! Definimos essa data para o Êxodo por conta do que vemos em 1 Reis 6.1, que afirma que Salomão começou a construir o templo “no ano quatrocentos e oitenta, depois de saírem os filhos de Israel do Egito”. Entende-se historicamente que Salomão tenha iniciado a construção perto do ano 960 a.C., o que dataria o êxodo por volta do ano 1440 a.C.

Com esses dados, entendemos que o texto do Pentateuco foi iniciado por Moisés por volta do ano 1.440 a.C., e encerrado na época do reino, tanto de Davi que incentivou a escrituração dos livros, como de Salomão, que ampliou esse evento. A data exata não pode ser definida, mas está dentro dos 80 anos dos reinados de Davi e Salomão, antes de 930 a.C.

O livro
O início de Gênesis fala da formação do sistema solar, os preparativos da terra para se tornar habitável e a criação da vida sobre a terra.

Toda a criação é realizada em seis dias e no sétimo, o Senhor descansou. Claro que a criação pode ter se dado no tempo do relógio, no nosso tempo (Chronos), pois Deus é poderoso para tal (poderia ter feito em um dia ou em apenas alguns instantes - fica até difícil definir em nosso tempo o quão poderoso Deus é e em qual medida de tempo Ele poderia ter criado todas as coisas, afinal Ele criou a medida do nosso tempo e Ele está fora dela!).

Mas entendemos que a criação se dá em 7 dias (6 de trabalho e um de descanso) e disso não abrimos mão! O que não podemos definir é se realmente cada dia durou 24 horas como no nosso tempo ou se aconteceu no tempo de Deus (Káiros). Como a criação estava sendo realizada, o tempo foi o Káiros mesmo, pois Deus criou todas as coisas, inclusive o nosso tempo (quando definiu os luminares do dia e da noite e os períodos de tempo). O que não podemos definir é se esse tempo foi igual ao nosso ou se foi um tempo contado de forma totalmente diferente. E no último dia Deus descansou, não porque não pudesse continuar sem esse período, mas muito mais para ensinar ao ser humano que há a necessidade de um período de trabalho, mas também há um período necessário para descanso.

Os dez capítulos seguintes explicam as origens de muitas qualidades misteriosas da vida: o pecado, as dores do parto para a mulher, a morte, a ira de Deus, a inimizade do ser humano contra o próprio ser humano e as dispersão das raças e línguas sobre toda a terra.

No capítulo 12, Gênesis relata o chamado de Abraão e a inauguração da aliança de Deus com ele, uma aliança que foi renovada com Isaque e Jacó.

Gênesis mostra uma forma característica em sua narrativa, o desejo de relacionamento de Deus com o ser humano, quer através da criação propriamente dita, quer no episódio da Arca de Noé, na aliança feita com Abraão, Isaque e Jacó, ou ainda pelo relato inspirador de José e pela multiplicação do povo de Deus no Egito. Sempre vemos Deus querendo se relacionar com o ser humano.

O livro termina com a bênção de Jacó. Ressaltamos em especial a bênção sobre Judá, de cuja tribo viria o Messias: 49.10. E não podemos deixar de registrar, claro, a fé de José no cumprimento da promessa da Terra Prometida, uma vez que ele sabia que os dias iam passar e ele não veria isso ainda, mas o povo veria e ele queria, mesmo depois de morto, que seus ossos fossem transportados para essa Terra (50.22-26).

Esboço de Gênesis
A história primitiva do ser humano 1.1 - 11.32
As narrativas da criação 1.1 - 2.5
Criação dos céus, da terra, e da vida sobre a terra 1.1 - 2.3
Criação do ser humano 2.4-25
A queda do ser humano 3.1-24
O mundo anterior ao dilúvio 4.1 - 5.32
Noé e o dilúvio 6.1 - 9.29
A Genealogia 10.1-32
A confusão das línguas 11.1-9
Genealogia de Abraão 11.10-32

Os patriarcas 12.1 - 50.26
Abrão (Abraão) 12.1 - 23.20
O chamado de Abraão e os primeiros eventos 12.1 - 13.13
A promessa da terra de Canaã 13.14-18
A batalha dos reis 14.1-24
A Aliança de Deus com Abraão 15.1-21.34
O teste de Abraão 22.1-24
A morte de Sara 23.1-20
Isaque 24.1 - 26.35
A noiva de Isaque 24.1-67
A morte de Abraão 25.1-11
Ismael, Esaú e Jacó 25.12-34
Deus confirma Sua Aliança com Isaque 26.1-35
Jacó 27.1 - 35.29
Jacó engana o seu pai 27.1-46
A fuga de Jacó para Harã 28.1-10
Deus confirma a Aliança com Jacó 28.11-22
O casamento de Jacó em Harã 29.1 - 30.43
O retorno de Jacó para Canaã 31.1 - 35.29
Esaú 36.1-43
José 37.1 - 50.26
A venda de José 37.1-36
Judá e Tamar 38.1-30
José na casa de Potifar 39.1-19
José no cárcere 39.20 - 40.23
A exaltação de José 41.1-57
José e os seus irmãos 42.1 - 45.28
Jacó muda para o Egito 46.1 - 48.22
A benção de Jacó e o seu sepultamento 49.1 - 50.21
Os últimos dias de José 50.22-26

segunda-feira, setembro 20, 2010

Livro - Deus trabalha no turno da noite


A vida pode parecer especialmente sombria quando você está passando por dificuldades ou sofrimentos.

É dificil aguardar e esperar pela reconciliação em seu casamento...

É dificil ficar aguadando o retorno do filho pródigo...

É dificillutar com um vício, esperando pelo livramento que ainda não veio...

Mas, por mais escuras que sejam as trevas... Deus continua a ouvir a sua voz, a dirigir "circunstâncias desconhecidas para você e a segurar a sua mão direita. Você pode agarrar-se à esperança naquele que o ama mais que tudo. Você pode confiar no pai amoroso que trabalha no turno da noite.